domingo, fevereiro 24, 2008

Aprender a voar

O vídeo está incrivelmente desajustado à letra da música... mas enfim, o que conta é mesmo a letra :-)

And this is how I feel!!! That I need a lot to fly, to take my feets of the ground and fly in the wings of sweet feelings, those that make you feel butterflies in your tummy ;-))

.....

I'll spread my wings and I'll learn how to fly
I'll do what it takes till I touch the sky
Make a wish, take a chance, Make a change, and break away
Out of the darkness and into the sun
But I won't forget all the ones that I love
I'll take a risk, take a chance, Make a change, and break away

...


Kelly Clarkson Breakaway

sábado, fevereiro 16, 2008

E o meu dia 14 foi assim...

Nos braços de um Valentim de formas herculianas, pele macia como seda, aroma de canela e baunilha, boca doce e aveludada, beijos de paixão intensa que te levam à profundidade magnânima dos teus sentidos, um calor que te alucina e te faz desejar despir a tua própria pele... uma noite que te leva à loucura e ao deseja de entrar no seu corpo e serem só um... um único ser, uma única alma... agora e sempre...


Sim, foi assim. Nos meus sonhos...

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

A todos desejo.....

Glitter Graphics


P.S. 1 - M & M, aqui tens o post tão desejado ;-))
P.S. 2 - Atenção aos diabetes :-)))))))))))))))


domingo, fevereiro 03, 2008

Solidão

Só.

Sinto-me só.
É isso mesmo, sinto-me sozinha, à parte.
Não acreditam? Mas é isso mesmo, não se admirem, sinto-me mesmo só.
Porquê?
Porque sim, porque sou assim, solitária, eremita, mulher das cavernas.
Um ser difícil de se conviver com.
Uma pessoa de muito fortes convicções e certezas.
Alguém que, quando gosta, ama demais.
Alguém que, quando não gosta, odeia.
Alguém de verdades absolutas e não meias-verdades ou que apenas vê um só lado da questão.
Sou de extremos e os extremos levam à solidão, ao isolamento, à reserva em estabelecer novos contactos.
Alguém que tem medo e vergonha do que diz.
Alguém que não gosta do que é.
Alguém que já não tem um outro alguém que lhe diga que não é o que pensa que é.
Alguém que quer esquecer o passado mas que o tem sempre a bater à porta e não sabe nem porquê nem para quê.


Sempre vivi na minha ilha. Tentei sair dela para fora e nadei no mar de incertezas que a rodeavam mas descobri que, tanto fisica como psicológicamente, eu não sei nadar e voltei atrás, onde ainda tinha pé, à minha ilha, onde me sentia segura.
Mas aqui não há nada nem ninguém. O que havia em tempos já não há. Ao contrário de mim, sabiam nadar.
E eu fiquei aqui mais uns tempos a ver o mar e a tentar perceber como nadar. Voltei a enfiar-me no mar, mais uma vez, mas quase me afoguei e percebi que ainda não aprendi a nadar.
Estou de volta à ilha e só. Cada vez mais só.
E sem vontade de voltar a tentar nadar porque ainda me lembro de quando quase me afoguei.